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Abracadabra da Vida

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Eu admiro as mães solteiras ou mães cujas caras metades trabalham longe e só regressam no fim de semana, ao nem sequer, pois são mães valentes!
Eu já me começo a habituar a esta vida, de o marido passar um ou dois dias fora e eu ter de tratar dos dois sozinha. Há dias que correm lindamente, mas há outros em que só me apetece esconder debaixo dos lençóis. Eles estão naquela fase que eu considerava, à unas meses atrás, como começando a ser melhor porque brincavam juntos e partilhavam coisas e assim, mas não! Não brincam porque a Bárbara insiste em tornar o Pedro num dos seus nenucos e ele manda-a dar uma curva, e reclama e grita e lá venho eu em auxílio para os separar, pois a mana está agarradinha a ele em modo lapa, e se há coisa que ele detesta é ser esborrachado [quem gosta?]. Depois de uns segundos de sossego, um ensurdecedor "mãe anda cá" ecoa pela casa... vou eu em modo flecha e apenas me quer dizer que o Pedro está em pé...a história repete-se várias vezes, enquanto eu tento desenrascar qualquer coisa para o jantar e a sopa do Pedro! A história repete-se na hora do banho. O meu método quando o pai não está é dar banho ao Pedro, e enquanto a Bárbara fica a brincar um pouco, visto-o e fica na espreguiçadeira na casa de banho, enquanto dou banho à Bárbara. Se o Pedro não reclama nada na hora do banho, a Bárbara é precisamente o contrário! E chora se vai água para os olhos, a modos que dentro da casa de banho é coisa para se ouvir bem alto e num instante tenho os dois a chorar só porque sim! Hora da história para a Bárbara, o Pedro não manifesta qualquer interesse em ouvir a interessante história do "Tiraposo trinca a lua", prefere tentar atirar-se da cama da irmã, ou habilitar-se a um belo galo na cabeça! Finalmente, agora, posso desfrutar do tão relaxante silêncio! Não é fácil, por isso, volto a dizer que muito admiro as mães que passam por isto quase por rotina!


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Nem dá para acreditar que já passaram 9 meses!
Não trocaria por nada, um segundo sequer, a maravilhosa experiência de ser mãe! E ser mãe de dois não é fácil, por vezes a paciência esgota, muitas vezes acordo de manhã sem saber como fui parar à cama, tempo para mim é coisa do passado, e quando se lembrar de chorar os dois ao mesmo tempo fico tipo barata tonta... mas a simples recompensa de um sorriso, de um miminho, de um beijo, de um abraço, de um "amo-te muito" fazem valer tudo a pena e fazem lembrar-me que ser mãe é uma benção!

http://gracinhasdabarbara.blogspot.pt/2014/09/pedrodo-alto-dos-seus-9-meses.html


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Grande falha minha, ainda não deixei ficar aqui o testemunho do dia em que o Pedro conheceu o lado de fora do seu minúsculo, mas aconchegante habitáculo!

Dia 27 de Dezembro de 2013, esse dia tão ansiado chegou! Estávamos a postos, mala pronta, li e reli a minha lista de coisas a levar para o hospital vezes sem conta. Estava tudo pronto e um nervoso não muito miudinho acompanhou-me todo o dia! Sim, porque isto de ter as coisas marcadas para o fim do dia dá cá uns nervos! Ora parece que o relógio, incrivelmente, se adianta sozinho, ora perece que está parado no tempo!

Às 18h, chegamos ao hospital! Fizemos o "check in" e fomos deixar as coisas no quarto! Dali a pouco entra a enfermeira e encaminha-nos para o piso 2, para me prepararem para o grande momento. Já na sala de preparação, estava eu, a Bárbara e o Bruno. Todos muito ansiosos pela chegada do novo pequenino Pedro. Entretanto, chega a minha cunhada e sobrinha, para se juntarem a nós e ficarem com a Bárbara, quando nós entrássemos para a sala de operações. Deviam ser umas 20h30, quando finalmente me levam para a sala. Tudo a postos para a epidural e o anestesista pede o livro da grávida. Mas ninguém me avisa que é preciso levar...! Lá vai o marido a correr ao piso 5 e traz o livro de saúde da Bárbara ihih... enquanto o obstetra tenta adivinhar os meus valores de plaquetas e essas coisas...lá vai de novo o Bruno correr e traz finalmente o livro! Epidural dada, não custou nada e eu só rezava para que fosse bem dada para poder estar acordada, já que da Bárbara não tive essa possibilidade. Correu tudo como previsto e inicia-se então a operação. Aí foi um misto de emoções que nem consigo descrever! Chega então o grande momento, o momento em que o Pedro sai de dentro de mim, tão frágil, tão pequenino, tão lindo...foi mágico! Ao princípio não chorou e nós ficamos logo preocupados, mas ao fim de uns segundos libertou o seu grito de guerra! Só ao tirarem é que perceberam que ele estava já com mecónio [1º cocó] no líquido amniótico e já tinha nos pulmões também! A parteira encostou-o em mim para o beijar e levou-o para ser aspirado e vestido. O Bruno não mais largou o filho e esteve sempre junto dele até eu subir para o quarto. Enquanto eu chorava sem parar, pela emoção vivida, entra o meu marido na sala de operações sobressaltado, mas não me apercebi porquê, nem ninguém me disse o porquê, apenas me diziam que estava tudo bem.  Aqui chorava de alegria e preocupação sem saber o que se passava ao certo e só queria sair dali! 

Eu já dizia que sentia as pernas, que já podia andar, só queria estar junto do meu filho, mas puseram-me na sala de recobro! Na sala só olhava para o relógio e só dizia "eu estou bem, já sinto tudo, podemos subir?", eles foram impecáveis e lá acalmaram o meu coração ao me dizerem que estava tudo bem, o Pedro teve "apenas" uma paragem respiratória, mas já estava bem e já estava no quarto livre de perigo! Eram 23h15 quando me levam para o quarto e assim que lá chego nada de Pedro! Não será de admirar que quase  faleço nesse momento, mas valeu-me o meu marido que me acalmou dizendo que ele estava na neo-natologia e ia lá ficar para observação, devido à paragem respiratória e mecónio nas vias respiratórias. Se por um lado estava descansada por saber que ele estava em boas mãos e monitorizado em todos os segundos, por outro queria ter o meu filho ao meu lado, poder olhá-lo e apreciá-lo e dar-lhe o meu calor. 

Ao fim de 24h tivemos a notícia de que ele regressaria ao nosso quarto. Foi uma enorme alegria e alívio! Ele estava finalmente bem!

A minha recuperação foi fantástica! Ao fim de 12h já estava em pé e cuidava do Pedro. A Bárbara dormiu na casa da madrinha na 1ª noite, mas nas seguintes duas noites, dormiu connosco no quarto. Pedimos uma cama extra e lá ficamos os 4 a dormir no quarto :) 
O amor que logo ali nasceu entre os manos foi maravilhoso!










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Já tinha tudo quase pronto, mas numa mala mais pequena e já estava tudo tão apertado, que não me cabiam as poucas e pequenas coisas que me faltavam. 
Foi tempo de mudar para uma mala a sério e nisto parece que vou uma semana de viagem para Paris (não deve faltar muito, à excepção de o destino não ser Paris :D ) 
Eu até acho que levo mais coisas do que necessário, mas sei lá... lembro-me tão de o meu marido andar feito barata tonta, casa-centro comercial-hospital no anterior parto, que desta vou mesmo prevenida. E para além de que a Bárbara nasceu no verão e a minha mãe ainda lavou uns babygrows e bodys no hospital. Agora inverno e sem a minha mãe comigo.. lá vai mala atestada de conjuntos de vestir!
E eu acabei por me render às evidências. Comprei as cuecas Tena para o pós-parto. Já tinha cuecas descartáveis e pensos absorventes... foi assim que me virei da outra vez. No entanto li que, no caso de ser cesariana, estas são uma escolha acertada e muito, mas muito mais práticas... Sim... já experimentei uma (sou assim, tenho de saber como me vai ficar e se me vou adaptar).

Menos uma preocupação e assim os dias passam e cada vez mais perto está o dia!

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Nestas últimas noites, a expressão "Co -Sleeping" tem-se tornado num hábito muito regular. E se, para criar um novo hábito são precisos 21 dias, para ela essa regra não se aplica, já que bastam uns minutos para a coisa ficar enraizada.
E tudo isto se deve ao nosso facilitismo, porque há uns dias atrás ela começou a ter medo de dormir no quarto dela. Entrava em pânico sempre que ouvia os vizinhos de cima a aspirar, arrastar cadeiras e afins [verdade seja dita, aquilo às vezes parece uma revolução]. Com isto, deixamos que ela dormisse na nossa cama pelo menos até perder o medo. Parece que o medo dura... ou então anda a aproveitar-se fortemente da nossa boa vontade...
Apesar de achar que ela deve ter o seu espaço e a sua independência, confesso que gosto muito de tê-la a dormir no nosso meio e poder consolá-la sempre que chora, sempre que a chupeta se esconde nos sítios mais recônditos da cama... e com a tosse que tem andado, se dormisse no quarto dela, andaria eu e o marido, num levanta-deita-modo-zombie... Assim, não saímos do quentinho dos lençóis. Também não nos queixamos muito porque temos uma cama grande e onde nos deitamos os três à vontade, senão já não acharia tanta graça... 
Claro que também tem os seus pontos negativos, que na minha opinião são a falta de privacidade [se é que me faço entender] e também a dor de costas com que costumamos acordar, tal é a luta grega que se trava por entre os lençóis...
Posto isto, assumo que sou uma co-sleepinguista... E pensando bem, eles crescem tão depressa, não tarda nada estão a entrar na universidade, por isso há que aproveitar todos os momentos para estar perto deles e mimá-los muito... nem que seja a dormir... :)

Aqui ficam uma checklist muito útil para que quem também opte por este conceito.

[Imagem]
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36 Semanas

Estávamos assim! Esta foto faz precisamente hoje dois anos.Neste mesmo dia, à noite, regressamos a esta praia em Vila Chã, para assistir a uma chuva de estrelas. Foi lindo!
Tenho pena não ter tirado muitas fotos da minha barriguinha... Eu não sou lá muito fotogénica, mas da próxima vou tirar tantas quantas possa!

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