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Abracadabra da Vida

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Comecei a ler ontem e até agora tem-me agradado muito do que li.
Sempre soube que uma casa arrumada pode trazer muito mais do que pensamos. Quando arrumo a casa, gosto de o fazer de uma vez só, num dia apenas, um dia dedicado às limpezas e arrumações. Por vezes isso não é possível e então vou arrumando um pouco de cada vez, uma divisão por dia...mas o mal disto é que estamos sempre a arrumar e por muito que se arrume, com crianças pequenas, mesmo quando arrumo tudo de uma assentada só, apreciar a casa imaculada dura uns míseros 5 minutos, no máximo! 
Aqui este livro aborda algo mais profundo e mais radical. Fala em livrarmos-nos de coisas que não são úteis no dia a dia, portanto, destralhar! Há muito que quero fazer isso. Este livro vem abrir-me "o apetite"... não sou de me apegar às coisas, nem a roupas! Sou muito prática, roupas e calçado que já não uso, dou. Apenas guardo religiosamente em duas caixas, uma da Barbara e outra do Pedro, pequenas coisas que identificam momentos nas vidas deles, como a primeira roupinha, cartas de familiares, ecografias... e guardo porque acredito que eles, um dia mais tarde, vão gostar de ver, de ler.

Depois de ler este livro, espera-me um grande desafio que quero cumprir (espero que o maridão me apoie nisto ;) ). Acho que é mesmo importante e que influencia em muito o nosso bem estar aqui em casa. Já para não falar que menos tralha nos armários é sinónimo de menos coisas para arrumar.

(Já deu para ver que o blog também já levou com um refresh :) não sei é o que aconteceu com a miniaplicação de seguidores... foi-se e não consigo perceber como voltar a aparecer...) 

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Comecei a ler pela 2ª vez o livro "Como fazer amigos e influenciar pessoas", um livro que está na minha mesa de cabeceira à meses, garanto, mas que quero muito lê-lo ate ao fim. Vou aproveitar para devorá-lo agora que estou de baixa.
Enquanto lia, deparei-me com um excerto de um outro livro "Father's Forget" de W. Livingston Larned que me tocou profundamente. Isto porque de certa forma me identifico um pouco com o que retrata. 
Devido ao dia a dia no trabalho, à rotina, ao cansaço, e outros demais, acabo por não dar a atenção devida à minha filha. Acabo por não brincar com ela, por gritar, por me irritar demais. E isso refecte-se logo no seu comportamento. Por vezes é mais fácil criticar e apontar o dedo quando se porta mal, e mais difícil falar com calma e tentar explicar o porquê de não agir daquela maneira. Este pequeno excerto, fez-me pensar e reflectir nos meus actos e com certeza que o levarei comigo todos os dias.

O excerto é este:

"Ouve, filho: vou dizer-te isto enquanto dormes, com uma mãozinha debaixo da bochecha e os caracóis loiros colados à tua testa húmida. Entrei no teu quarto sorrateiramente. Há uns minutos, estava a ler o jornal no escritório, e de repente senti uma onda avassaladora de remorsos. Foi com um sentimento de culpa que me aproximei da tua cama.
Estas são as coisas em que fiquei a pensar, filho: fui ríspido contigo. Ralhei-te quando estavas a vestir-te para a escola porque não tinhas lavado bem a cara. Ralhei porque não tinhas os sapatos limpos. Zanguei-me quando atiraste algumas coisas para o chão.
Ao pequeno-almoço descobri mais falhas. Entornaste as coisas. Engoliste a comida sem mastigar. Puseste os cotovelos na mesa. Barraste o pão com demasiada manteiga. E quando te afastaste para ir brincar, e eu me dirigi para o comboio, viraste-te e acenaste com a mão dizendo: “Adeus Pai!”, e eu franzi o sobrolho e respondi: “Endireita as costas.”
Depois tudo recomeçou ao fim da tarde. Fui para a rua vigiar-te, quando estavas de joelhos a jogar ao berlinde. Tinhas as meias rotas. Humilhei-te à frente dos teus amigos, levando-te para casa à minha frente. As meias são caras e se tivesses de as comprar serias mais cuidadoso. Imagina isto, filho, dito por um pai!
Lembras-te quando eu, mais tarde, estava no escritório a ler, e tu entraste timidamente, com um olhar magoado? Quando olhei por cima do jornal, incomodado pela interrupção, ficaste hesitante no umbral da porta. “O que queres?”, lancei.
Não disseste nada, mas correste para mim impulsivamente e atiraste os braços à volta do meu pescoço e deste-me beijos, com os teus bracitos a apertarem-me com o amor que Deus fez brilhar no teu coração, e que mesmo a minha falta de atenção não conseguiu fazer esmorecer. E depois correste escadas acima.
Bem, filho, pouco depois o jornal escorregou das minhas mãos e senti-me terrivelmente mal. Como é que entrei nesta rotina?
A rotina de apontar falhas, reprimendas – era a minha recompensa por seres criança. Não deixei de te amar, mas tinha expectativas demasiado elevadas para a tua infância.
Estava a avaliar-te pela medida da minha idade.
E havia tanta coisa boa, perfeita e autêntica no teu carácter.
O teu pequeno coração era tão grande quanto a alvorada que se levanta por detrás de enormes montanhas. Demonstraste-o com o impulso espontâneo de vires despedir-te antes de ires dormir.
Nada mais interessa, filho. Vim para a tua cabeceira no escuro, e ajoelhei-me perto de ti, envergonhado!
È uma tentativa fraca de expiação: sei que não perceberias estas coisas se as dissesse durante o dia. Mas amanhã vou ser um verdadeiro pai! Vou ser o teu companheiro, sofrer quando sofres, rir quando ris. Vou morder a língua quando tiver palavras impacientes. Vou repetir para mim mesmo, como num ritual: “É apenas um rapaz, um rapazinho!”
Receio bem ter-te olhado como um homem. Mas quando te vejo agora, filho. Enrolado e sereno na tua caminha, vejo que ainda és um bebé. Ainda ontem estavas ao colo da tua mãe, com a cabeça no seu ombro. Pedi-te demasiado, demasiado. "

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Estando eu a dedicar-me principalmente à família e ao trabalho, resta-me pouco tempo para me dedicar a algo que gosto muito… que é escrever!! 
Mas a verdade é que também me tem faltado inspiração. Gostava também de poder ler mais… confesso que, apesar de estar a gostar de ler “O monge que vendeu o seu ferrari”, apenas consigo ler um pouco à noite e depressa se me aparece o João pestana!
Falando agora de leitura, este é sem dúvida um livro que pode mudar a minha vida, a minha forma de agir e de pensar! O autor, Robin Sharma, escreveu uma série de livros, todos em volta do mesmo tema, o bem estar do corpo, da mente e da alma… de forma a alcançar a nossa felicidade, a paz interior, a realização pessoal e profissional... O meu marido tem lido algumas das suas obras e a verdade é que o noto uma pessoa diferente, melhor, fala de uma forma positiva, fala doo trabalho de uma forma apaixonante, enfim… é cativante ouvi-lo falar! Já lhe disse que um dia destes tem que começar a fazer algumas palestras e coisas do género, que ele tem jeito para a coisa!
Mas eu também gostava de poder conseguir falar assim, sentir-me assim, bem comigo e com os outros, poder contagiar quem me rodeia com pensamentos e ideias positivas! Por isso, vou empenhar-me mesmo em seguir as pegadas do meu marido… é um bom começo para uma vida melhor e mais feliz!

[imagem]
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Nesta casa há livros espalhados por todo o lado!
Sobre tudo um pouco, é uma miscelânea de temas...

*

"O Mestre Cozinheiro" de 1955 é uma verdadeira relíquia, de um enorme valor sentimental... Herdado pelo meu marido, pertencia à sua avó que trouxe este livro de Angola e que ajudou [e ajudará] gerações a mexer com os tachos! 


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