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Abracadabra da Vida

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Esta é uma história de vida que me toca profundamente, primeiro porque sou mãe, mas também porque tenho um caso idêntico na minha família! São gémeos e nasceram com paralisia cerebral e outras doenças associadas... Até hoje os médicos não conseguiram chegar a uma conclusão [e já passaram 11 anos]... mas tudo indica para erro médico já que a gravidez foi normal, eram saudáveis, mas aos 7 meses de gravidez a minha tia começou a ter contracções de parto e o médico mandou-lhe tomar medicamentos para atrasar o parto, e que já podia correr e saltar que tão cedo não nasciam... Uma monstruosidade!

Mas estou aqui para falar do João, e passo a citar as palavras da Mary:


" A todos os que me lêem,

Acho que nunca vos pedi nada, mas há uma primeira vez para tudo e parece-me que é desta. Peço-vos que vejam este vídeo e que ajudem como puderem, partilhando este post e/ou, melhor ainda, contribuindo.

O caso do João (o menino do filme) não me chegou através de terceiros: conheço a Mãe dele há uma série de tempo e tenho acompanhado esta história desde o primeiro minuto. Basicamente, a Célia teve uma gravidez normalíssima e esperava um filho completamente saudável até que lhe foi feito um parto absolutamente selvático - que deixou sequelas terríveis no João, tanto a nível físico como cognitivo.

O João foi vítima de uma asfixia grave durante o parto - quando tudo indicava que deveria ser feita uma cesariana - e nasceu em estado de morte aparente; a equipa médica passou meia-hora a reanimá-lo e ele (que é um guerreiro) sobreviveu, mas com muitas e variadas sequelas. O João sofre de paralisia cerebral grave, de uma forma de epilepsia grave (Síndrome de West), não vê, não interage, alimenta-se através de um tubo gástrico e tem uma escoliose muito acentuada. Nasceu com um índice de Apgar de 1 e sofre de uma incapacidade de 100%.

Na altura do nascimento, deram-lhe oito meses de vida, mas a verdade é que já completou três anos! Neste momento é acompanhado pela Unidade de Neurologia do Hospital D. Estefânia, mas para ter alguma qualidade de vida precisa de uma série de coisas: cadeira de transporte Bug tamanho 1-2 com apoios de tronco, colete, cinto pélvico, apoios de pés e tabuleiro, standing frame com plano inclinado e vários tratamentos para minimizar a epilepsia - até agora refractária a toda a medicação.

Uma vez mais, este post não me foi encomendado por ninguém (até porque não escrevo nada por encomenda): escrevo-o porque vi o João hoje à tarde e senti que tinha mesmo que fazer alguma coisa.

Neste momento, tenho mais de 900 pessoas que lêem diariamente este blogue. Se cada uma delas der um euro que seja e/ou partilhar este post pela sua rede de amigos e conhecidos, imaginem a diferença que poderemos fazer na vida do João!

Aqui ficam os NIB's dos Pais do João: 003521790001400503008 (CGD) ou 000700001338820015523 (BES).

Muito obrigada a todos, mesmo."


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1 Comentários
Esta é com certeza, mais história uma igual a tantas outras que [infelizmente] existem no nosso país! E se calhar até bem mais tristes, só que infelizmente há pessoas que não têm a coragem que esta mãe teve, para pedir ajuda da forma que o fez!
Se "dermos" um pouco de nós, irá se tornar no "muito" para esta mãe e seu filho!
[Esta mensagem foi retirada DAQUI]


" Uma Mãe pede ajuda para alimentar o filho.



Hoje durante a tarde, enquanto trabalhava tinha a televisão ligada na Sic.
Ouvi uma voz meio chorosa e alguém dizia : -"Sou mãe, eu não preciso de comer mas não quero que o meu filho passe fome".
Estas palavras vinham de uma mulher que sofreu a vida toda de violência doméstica e mesmo assim não perdeu a capacidade de amar e ama incondicionalmente o seu filho de 28 anos que sofre de paralisia cerebral. Esta criança (sim porque é mais criança que o meu filho de 4 anos) depende da mãe para tudo, sofre de 95% de invalidez e têm um subsidio de 300 euros.
Como Mãe, obviamente estas palavras tocaram-me profundamente, e ver o desespero e ao mesmo tempo esperança nos olhos desta senhora deixou-me emocionada.
O Pai, ou melhor, o senhor que o fez, abandonou os dois à própria sorte!
A Segurança Social diz á senhora para entregar o filho a uma instituição e ir trabalhar...mas esta Mãe, e permitam-me, muito bem, não entrega o seu bebé. 
Assim sendo, vivem com 300 euros para pagar renda, medicamentos, comida, água, luz etc...
Esta Mãe não pede que lhe enviem dinheiro.
Esta Mãe não têm vergonha de pedir ás portas um pouco de pão e não têm vergonha de vir á televisão pedir ajuda.
Na verdade esta Mãe faz exatamente o que eu fazia se tivesse nas suas condições, não abandona o filho, dá-lhe todo o amor do mundo e implora por ajuda...não para ela, para o seu filho.
O que me impressionou mais foi ela pedir um pacote de farinha láctea, leite, iogurtes ou qualquer outro alimento.
Bem sei que os tempos estão difíceis para todos, mas se uma pessoa enviasse por mês um pacote de farinha, outra um pacote de arroz, etc.. etc...não iria fazer grande diferença no orçamento familiar de cada um e no entanto ajudaríamos tanto esta mãe!
Eu irei enviar um pacote de cereais, um pacote de esparguete e um litro de leite. Nestas 3 coisas gastarei 2 euros.
Se alguém quiser ajudar esta Mãe, pode enviar o que puder/quiser para:


Arminda Andrade Ferreira

Rua do Canto

Galisteu
... 6360-201 Celorico da Beira

Se cada um enviar uma coisa que seja, todos juntos faremos a diferença!"
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