17 de fevereiro de 2013

Lazy Sunday...

Pois que já se sabe que por aqui domingo com chuva é sinónimo de ficar por casa a preguiçar. Esta noite foi dose... Ela está com um tosse que não descansa, nem deixa descansar. Como não temos xarope para a tosse em casa, tentamos fazer-lhe o de cenoura e ver se tomava, mas nem lhe tocou... apercebeu-se que tinha cenoura e ela detesta cenoura! Bom, lá teve que ir o marido à farmácia em busca do remédio santo!


Hoje aconteceu-nos uma de nos deixar os nervos à flor da pele. Ela foi à casa de banho sozinha e embirrou que queria ir sozinha e nada de companhia por perto. Entrou na casa de banho e avisei-a que não fechasse a porta. Tão depressa entrou como fechou a porta. O marido foi abrir a porta e ficou com a maçaneta na mão. Entramos logo em pânico, fiquei com o coração apertado... E a única forma de abrir a porta foi mesmo ao pontapé... Mas que grande susto!

Ultimamente tenho andado com uma vontade de comer, como se não houvesse amanhã e não sei porquê... Só sei que me dá para pôr mãos na massa e pronto, dá nisto...



Boa semana 

4 comentários:

  1. Estes miúdos deixam-nos sempre com o coração nas mãos. As melhoras. Mnham Mnham, que bom aspecto, :D

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  2. As melhoras para a pequenita! A minha filha que tem a msm idade que a tua tb anda numa de ser "independente" na altura de ir à casa de banho :)
    Esse apetite toda hmmmmm pois sim.... hi hi

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  3. Que susto! Nem quero imaginar a aflição.
    A Sara tb tem a mania da independência e às vezes corre mal, o maior susto da minha vida, foi ela. Foi no início do Verão passado. Tinha a porta da varanda trancada, tenho a certeza, pois tinha acabado de estender a roupa e tranco sempre (é automático). Ela estava na sala a brincar e eu na cozinha a fazer o almoço, sei que foi num sábado de manhã, quando o meu marido e filho vão para a piscina. Passei da bancada para o frigorífico e olho para a sala e vejo-a na varanda empoleirada e aflita, naquele momento parece que não tens força, parece que aquela distância que vos separa passa de 10 para 100 metros, parece que vais demorar uma eternidade a chegar ao pé dela, não sabes se gritas ou se falas. É horrível. Só sei que esteve ali um anjo da guarda que a segurou até eu chegar junto a ela. Quando a agarrei, abracei-a mais de dez minutos, não a queria largar. Sei que a assustei, mas estava em pânico. Chorei muito e expliquei-lhe o que se passou e o que poderia acontecer. Fi-la prometer que não voltava a trepar para a varanda, mas não adiantou, já tentou várias vezes, comigo ao lado.
    Nem gosto de lembrar. Acho que depois que fui mãe nunca mais serei a mesma, sou uma alma preocupada, dizem que me preocupo demasiado, mas sou assim.

    Desculpa o desabafo.

    Beijinhos e as melhoras para a Bárbara.

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    1. Que grande susto! Deve ter sido uma aflição enorme...
      Ficamos sempre com o coração apertado quando eles nos aprontam destas!
      Grande beijo querida*

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